A CASA
Tinha febre e escorregava, assustado, nos sonhos. Fugia, então,
da noite inventando desculpas. A casa era fria e os gatos subiam
pelo limoeiro em busca do velho fogão.
Mário Rui de Oliveira
com a devida vénia, de O VENTO DA NOITE, Assírio & Alvim, Março de 2002
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