AINDA O DESERTO
Quando o deserto começa a ser por dentro,
alastra a mancha de secura sobre o que chamámos coração
e só esperamos que a noite chegue, pois nenhuma brisa
se levanta já para a podermos imaginar.
Luís Filipe Castro Mendes
com a devida vénia, de Lendas da Índia, Publicações Dom Quixote, Lisboa, Junho de 2011
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